Fevereiro no Brasil é sinônimo de duas coisas: calor insuportável e o céu que desaba às 16h da tarde. Para o turista comum, a tempestade de verão é o fim do passeio. Para o fotógrafo e o cinegrafista, é o início da mágica. A chuva transforma o cenário urbano monótono em um set de "Blade Runner". O asfalto vira espelho, as luzes ganham halos difusos e as cores ficam saturadas e dramáticas. A atmosfera muda. A narrativa muda. Mas existe um "elefante na sala" (ou melhor, um curto-circuito na mochila): o medo real de perder R$ 20.000 em equipamento por causa de algumas gotas. Neste início de mês, vamos desmistificar o que as fabricantes chamam de proteção e como você pode capturar a tempestade sem se tornar uma estatística de assistência técnica. A Grande Mentira do "Weather Sealing" Se você ler o manual da sua Sony, Canon ou Fuji topo de linha, vai encontrar o termo "Weather Sealed" (Selado contra Intempéries). Isso soa reconfortante, quase militar...